
Lula, Bolsonaro e a Teoria do Inimigo Necessário
A polarização afetiva ajuda a explicar por que adversários políticos podem se tornar essenciais para a manutenção de identidades, narrativas e bases eleitorais. Ao longo da história, movimentos políticos cresceram também pela força de seus antagonistas, fenômeno hoje claramente perceptível na relação entre Lula e a família Bolsonaro. Quando o adversário passa a integrar a própria identidade, a disputa deixa de ser apenas eleitoral e começa a moldar comportamento, cultura e tomada de decisão.



















