
O cobre virou ativo estratégico, e o setor elétrico brasileiro precisa entender isso agora
Em doze meses, o cobre subiu mais de 30% e ultrapassou US$ 13 mil por tonelada. Não é especulação: é transição energética, explosão da IA e tensão geopolítica reescrevendo a cadeia. Para o setor elétrico brasileiro, isso significa duas escolhas: trabalhar com fabricantes sérios ou ceder à velha tentação dos cabos desbitolados. Juliano Carl, CEO do Grupo Corrêa, mostra por que essa decisão deixou de ser técnica e virou estratégica.







