Flávio Bolsonaro defende endurecimento na segurança pública
Flávio Bolsonaro defende endurecimento contra o crime e ampliação do acesso a armas.

Em discurso durante a XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, realizada pela Confederação Nacional dos Municípios, o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), destacou suas propostas para um eventual governo focado no endurecimento das medidas de segurança pública. Segundo matéria publicada pelo Infomoney Política, Flávio afirmou que "marginal não vai ter mais vez aqui no Brasil".
Flávio Bolsonaro dirigiu-se diretamente a facções criminosas como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC), dizendo que deveriam deixar o país até dezembro deste ano, caso contrário seriam presos ou neutralizados pelas forças policiais a partir do próximo ano. Suas declarações foram bem recebidas pela plateia composta majoritariamente por prefeitos presentes no evento.
O senador também defendeu o aumento do acesso a armas de fogo para membros das guardas civis municipais, argumentando que a criminalidade só respeita estruturas de força e repressão. "O marginal infelizmente só respeita o que ele teme. E quanto mais profissionais servidores públicos nós tivermos qualificados para o uso de arma de fogo, instruídos para combater a marginalidade, mais segurança nós teremos em todo o Brasil", afirmou Flávio.
A Marcha da CNM se tornou um palco para pré-candidatos à presidência. Além de Flávio, participaram os governadores Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cancelou sua participação, sendo representado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), que foi vaiado durante o evento. Paulo Ziulkoski, presidente da CNM, tentou minimizar as vaias, afirmando que o encontro deveria ser um espaço de "construção" entre prefeitos e autoridades federais.
Com informações de Infomoney Política.
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