Cuba enfrenta protestos enquanto rejeita ajuda dos EUA
Protestos em Cuba aumentam em meio a crise energética e rejeição de ajuda dos EUA.

Em Cuba, a crise energética intensificada levou a uma série de protestos em várias regiões da ilha. Segundo matéria publicada pela Gazeta do Povo, manifestações ocorreram em locais como San Miguel del Padrón, Diez de Octubre e Plaza de la Revolución, na província de Havana, com moradores expressando descontentamento contra o governo de Miguel Díaz-Canel.
Os protestos coincidiram com um grande apagão que afetou 70% do território cubano. Dados da estatal União Elétrica (UNE), divulgados pela Agência EFE, indicam que o corte de energia ocorreu em um período de alta demanda.
Em meio a esse cenário, os Estados Unidos ofereceram US$ 100 milhões em ajuda humanitária para Cuba, proposta que foi desconsiderada pelo governo cubano. O Departamento de Estado americano destacou que a assistência seria coordenada com a Igreja Católica e outras entidades humanitárias confiáveis, mas o regime de Díaz-Canel rejeitou a oferta.
O chanceler cubano, Bruno Rodríguez, referiu-se à ajuda como uma "fábula", enquanto Díaz-Canel acusou os EUA de manterem um "genocida bloqueio de energia" contra Cuba, dificultando a importação de combustíveis. Em resposta, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que a economia cubana é controlada por generais militares que monopolizam a riqueza do país.
Com informações de Gazeta do Povo.
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