Começou nessa terça, 81° Assembleia Geral da ONU - Guerras
A ONU é criticada por não cumprir seu papel de manter a paz, enquanto seu trabalho invisível é essencial.

A 81ª Assembleia Geral da ONU começou nesta terça-feira, e a pergunta que sempre volta é: para que serve uma organização que presencia conflito após conflito sem conseguir cessá-los?
A ONU nasceu em 1945 sem um exército, polícia ou poder de prender chefes de Estado. Ela depende inteiramente da boa vontade dos países, que cooperam apenas quando lhes convém. O Conselho de Segurança só funciona quando as grandes potências concordam; caso contrário, qualquer dos cinco membros permanentes usa o veto e paralisa tudo. Isso ocorreu em muitos conflitos recentes.
Essa situação pode lembrar comitês corporativos que aprovam apenas o que já estava acordado. No entanto, a ONU entrega um trabalho invisível e essencial: agências que cuidam de refugiados, monitoram programas nucleares e controlam crises sanitárias. Não é o que reduz guerras a zero, mas evita que o mundo desabe completamente enquanto líderes brigam.
Guerras e reformas urgentes
Este ano, as guerras dominam os discursos na ONU, mas a reforma do Conselho de Segurança é urgente. Líderes como Lula buscam reforçar suas imagens de estadistas, enquanto figuras como Trump enfrentam desafios internos e externos.
O palco da ONU: teatro diplomático
A Assembleia da ONU sempre foi um palco para discursos memoráveis. Em 1960, Nikita Khrushchev expressou sua irritação de forma notória. Em 2006, Hugo Chávez referiu-se a George W. Bush como "o diabo". Em 2012, Netanyahu usou um desenho para ilustrar tensões nucleares. Em 2017, Trump ameaçou a Coreia do Norte com destruição total.
“Diplomacia é a arte de dizer ‘belo cachorrinho’ até encontrar uma pedra.” — Will Rogers
Esses exemplos mostram que, enquanto a ONU busca ser um fórum de diplomacia, muitas vezes se transforma em um espetáculo global, refletindo tanto a política interna quanto as tensões internacionais.
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Empreendedor desde jovem, com foco em liderança e empregabilidade, construiu uma carreira sólida passando por grandes nomes do mercado financeiro e de tecnologia — Viacredi, Ailos, Serasa, Banco do Brasil e Mastercard. Ao longo dessa trajetória, especializou-se em gestão de produtos digitais para milhões de usuários, gerando mais de R$ 45 milhões em resultados para as empresas onde atuou. Hoje, usa toda essa expertise para construir seus próprios negócios: um micro SaaS voltado para psicólogos e uma mentoria de carreira especializada em Gen Z e novas gerações — ajudando jovens a navegarem as transformações do mercado de trabalho com uma visão única, prática e atual.. Principais temas que você vai achar aqui: Gestão, Carreira, Novas gerações, IA, RH, Desenvolvimento Humano, Desenvolvimento Organizacional, Recrutamento e Seleção, Pagamentos, Startups, Atualidades e Negócios
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