ETF DAY 2026: Insights e avanços no mercado de ETFs
ETF DAY 2026 destaca avanços e insights sobre o mercado de ETFs no Brasil.

O ETF DAY 2026, evento promovido pela B3, reuniu importantes nomes do setor para discutir o presente e o futuro dos ETFs no Brasil. De acordo com cobertura do DEX | Portal de ETFs, o evento trouxe à tona questões sobre crescimento, liquidez e a evolução da indústria.
O mercado brasileiro de ETFs está próximo de alcançar 1 milhão de investidores, como destacou Luis Masagão, da B3. Atualmente, o Brasil conta com 219 ETFs listados, um aumento de 55% em um ano, mas que ainda representa menos de 5% do patrimônio total dos fundos no país.
No painel sobre a experiência americana, Joseph Markovitch, da VettaFi, e Rohan Reedy, da Global X, discutiram como mudanças regulatórias e comerciais impulsionaram a indústria de ETFs nos Estados Unidos. Luis Masagão apresentou planos da B3 para uma infraestrutura tokenizada em parceria com a CVM.
Fabiana Perobelli, da B3, mediou um painel sobre liquidez, onde Paulo Dafonseca, do BTG Asset, destacou que a liquidez de um ETF depende da profundidade dos ativos em sua carteira. Produtos com baixo volume diário podem comportar operações maiores quando os ativos subjacentes são líquidos.
O avanço dos ETFs de renda fixa foi destacado por Eduardo Arraes, do BTG Asset, e Bruno Stein, da Galápagos. A categoria está ampliando o acesso a diversos tipos de títulos e carteiras de crédito privado.
No painel sobre o ETF Connect, Fujia Liu, da China AMC, e Raymond Tam, da E Fund, discutiram a infraestrutura que facilita o acesso entre os mercados do Brasil e da China, ressaltando a importância da cooperação regulatória e educação.
João Morbim, da B3, liderou discussões sobre ETFs globais, enfatizando a necessidade de uma função clara para diversificação geográfica e exposição ao dólar.
Regulação e tributação foram temas discutidos por Fabio Arnoni, do BNP Paribas, e Daniel Maeda, da B3, que ressaltaram a importância de equilibrar expansão e segurança no avanço regulatório.
Samir Kerbage, da Hashdex, e Guilherme Gomes, da Oranje BTC, discutiram o avanço dos ativos digitais e a importância dos índices diversificados.
Por fim, Cristiano Castro, da BlackRock, e Renato Nobile, da Buena Vista, abordaram como ETFs podem ser usados em portfólios desenvolvidos para diferentes perfis de risco.
Com informações de DEX | Portal de ETFs.
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Empresário, investidor e fundador da Resulta Capital & Wealth. Atua com Gestão e Consultoria de investimentos, alocação de ativos e ETFs. Escreve sobre gestão, processos e clareza nos negócios, conectando decisões financeiras à realidade de empreendedores.
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