Taxa de desemprego no Brasil atinge 5,4% no trimestre até janeiro, informa IBGE

A taxa de desemprego no Brasil atingiu 5,4% nos três meses até janeiro de 2026, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número representa uma alta em relação aos 5,1% registrados no quarto trimestre, mas permaneceu estável na comparação com o período imediatamente anterior, até outubro.
No mesmo período do ano anterior, a taxa de desemprego era de 6,5%.
Rendimento Real
O rendimento real chegou a R$3.652 nos três meses até janeiro, o maior valor desde 2012.
Mercado de Trabalho
O número de desempregados no trimestre até janeiro foi o menor da série. O número de ocupados atingiu o nível mais alto.
O número de desempregados caiu 1,0% em relação ao trimestre de agosto a outubro, totalizando 5,851 milhões. Houve queda de 17,1% na comparação anual.
O total de ocupados avançou 0,1% na comparação trimestral e 1,7% na anual, chegando a 102,671 milhões de pessoas.
O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado aumentou 0,4% nos três meses até janeiro em relação ao trimestre anterior, enquanto o número de trabalhadores sem carteira recuou 1,3%.
Informalidade
A taxa de informalidade, que corresponde à proporção de trabalhadores informais na população ocupada, foi de 37,5% no trimestre até janeiro. Esse é o menor resultado desde julho de 2020, com 38,5 milhões de trabalhadores informais.
O Ministério do Trabalho e Emprego informou que o Brasil abriu 112.334 vagas formais de trabalho em janeiro.
Sobre o autor
Mais matérias de EmpreendaNews - Redação
Discussão
0 comentários
Notícias Relacionadas

BRB enfrenta novo fantasma financeiro
O BRB enfrenta riscos financeiros após cancelamento de venda de ativos. Negociações por empréstimo seguem em compasso de espera.

Portugal lida com dívida de nove bilhões de euros
Portugal enfrenta reembolso de dívida pública de mais de nove bilhões de euros

Alívio ou ilusão? Inflação recua, mas preocupa
Estimativa para o IPCA de 2026 recuou para 5,15%. Apesar da melhora, projeção ainda supera o teto de 4,5% estabelecido para a inflação brasileira