PF investiga crimes financeiros em resort Tayayá com ligação a Toffoli

A Polícia Federal investiga supostos crimes financeiros em fundos relacionados ao resort Tayayá. A apuração envolve a participação de familiares do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, que foram sócios por meio da empresa Maridt.
Investigação sobre fundos
A PF planeja analisar quebras de sigilo de fundos com conexões com o Banco Master e, indiretamente, com o Tayayá. Relatórios de Inteligência Financeira serão solicitados ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para verificar possíveis transações atípicas.
O fundo Arleen, utilizado pelo Banco Master nas investigações, adquiriu a participação dos familiares de Toffoli no resort. O fundo Leal, cotista do Arleen, tem como cotista o advogado Fabiano Zettel, que foi preso em 4 de fevereiro.
Possível investigação de Toffoli
Por ser ministro do STF, Toffoli não pode ser investigado diretamente pela PF. Caso sejam encontradas irregularidades, a PF deve encaminhar os achados ao ministro André Mendonça, relator dos inquéritos sobre o Banco Master no STF.
A abertura de investigação, nesse caso, dependerá do STF e da Procuradoria-Geral da República.
Dias Toffoli deixou a relatoria do caso em 12 de fevereiro. Um pedido de suspeição contra o ministro foi arquivado.
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