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Inovação

Paytrack aposta em hackathon para acelerar cultura de inovação em seus colaboradores

A Paytrack utiliza hackathons para promover a cultura de inovação e acelerar o uso da IA, transformando colaboradores em agentes de mudança.

Paytrack aposta em hackathon para acelerar cultura de inovação em seus colaboradores
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Em um momento em que o debate sobre inteligência artificial nas empresas oscila entre entusiasmo e medo da substituição, a Paytrack fez uma escolha deliberada: em vez de esperar o mercado ditar o ritmo, foi a campo. A empresa comprou 21 ingressos para o Hackathon IASC e enviou colaboradores de diferentes áreas para aprender fazendo.

Quem explica a lógica por trás da decisão é Angélica Assunção, diretora de Pessoas e Cultura da empresa. Para ela, a iniciativa não é um evento isolado é o ponto de partida visível de uma transformação cultural que já está em curso internamente.

"A IA potencializa pessoas, processos e a forma de trabalharmos", diz Angélica.

"O diferencial competitivo do futuro não será o acesso à tecnologia será a capacidade das pessoas de utilizá-la com contexto de negócio, senso crítico e velocidade de execução."

Por que o formato prático em Hackathon?

A escolha pelo formato de hackathon em vez de uma capacitação tradicional não foi por acaso. "A IA é uma tecnologia extremamente prática, e o verdadeiro aprendizado acontece quando as pessoas conseguem aplicar o conhecimento em problemas reais do negócio", explica a diretora. O ambiente de desafio acelera esse processo porque estimula colaboração, criatividade, senso de dono e velocidade de execução, competências que nenhuma aula teórica consegue desenvolver na mesma intensidade.

O objetivo era mudar a forma como os colaboradores enxergam a ferramenta: de tendência de mercado a instrumento concreto de geração de valor.

"O hackathon cria exatamente esse ambiente: as pessoas aprendem fazendo, testando, errando, ajustando e construindo soluções com impacto real."

Como manter viva a chama do intraempreendedorismo em uma empresa grande?

Um dos pontos mais honestos da conversa veio quando Angélica tocou no problema que muitas empresas conhecem bem: a energia que some depois do evento.

"Nosso desafio não é mobilizar a participação dos times no hackathon. É impedir que a energia dele morra depois."

Para sustentar o movimento, a Paytrack lançou um programa interno de intraempreendedorismo em IA, onde colaboradores podem inscrever iniciativas que resolvam problemas reais utilizando inteligência artificial, automação e redesenho de processos com reconhecimento para as de maior impacto. A intenção é criar espaços permanentes para troca de experiências e compartilhamento de casos práticos, mostrando que inovação não precisa acontecer apenas em grandes projetos, mas também nas pequenas melhorias operacionais que escalam resultados.

Criatividade e receita andam juntas

Angélica é enfática ao separar produtividade de propósito. "Quando reduzimos o tempo gasto em tarefas repetitivas, abrimos espaço para pensamento crítico, inovação, colaboração e tomada de decisão." Na prática, equipes que gastam menos energia em processos manuais direcionam mais atenção para melhorar experiências, criar soluções novas e pensar no crescimento do negócio o que impacta diretamente na capacidade da empresa de gerar receita e reter talentos.

"A produtividade não é o objetivo final. É um meio para elevar o nível de contribuição das pessoas dentro da organização", resume Angélica.

O custo de não agir agora

Para lideranças e times de RH que ainda relutam em investir em IA, o alerta de Angélica é direto: "O maior risco neste momento não é errar testando IA. É perder velocidade enquanto o mercado redefine seus padrões de competitividade." Empresas que demorarem para desenvolver essa maturidade podem enfrentar perda de competitividade, dificuldade de atração de talentos e uma cultura menos adaptável às novas demandas.

"Mais do que tecnologia, estamos falando de desenvolvimento de capacidade organizacional", conclui.

Ao incentivar experimentação, intraempreendedorismo e aplicação prática da IA desde agora, a Paytrack aposta que estará construindo uma organização mais resiliente e ajudando seus colaboradores a evoluírem junto com a transformação, e não atrás dela.

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Matéria realizada com base na entrevista realizada com Angélica Assunção - Diretora de Pessoas e Cultura na Paytrack

Saiba mais sobre as oportunidades da empresa no site de vagas

#empreendedorismo#cultura organizacional#inovação#inteligência artificial#Hackathon
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