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Maior festa do estado é da Corrêa: 1.000 eletricistas

No dia 16 de outubro, Blumenau reúne 1.000 eletricistas numa única festa. Por trás da celebração há um tema que tira o sono de quem contrata: o eletricista virou peça rara no Brasil. Juliano Carl explica por que isso importa para todo empresário.

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No dia 16 de outubro, Blumenau vai reunir mil eletricistas em uma única festa. É um número que impressiona, mas o que ele representa impressiona ainda mais. Porque, no Brasil de hoje, juntar mil eletricistas num só lugar é reunir um dos profissionais mais disputados do mercado.

Os dados não deixam dúvida. Uma pesquisa da Falconi, divulgada pela CBIC, apontou que a falta de mão de obra passou a liderar as preocupações da construção civil, citada por 71% das empresas em 2025 contra 52% dois anos antes. Entre as funções mais difíceis de encontrar, o eletricista aparece sempre no topo da lista, ao lado de pedreiros experientes e encanadores. E não é falta de gente disposta: é falta de gente qualificada.

O motivo é um acúmulo de fatores que vinha se formando há décadas. A força de trabalho do setor envelheceu a idade média já beira os 42 anos. Os jovens migraram para outras áreas. E a formação técnica não acompanhou o ritmo das obras. Enquanto isso, a demanda explodiu: o eletricista deixou de ser necessário apenas em obras residenciais e passou a ser disputado também pela energia solar, pelos data centers, pelos galpões logísticos e pela modernização das redes elétricas do país.

O resultado prático todo empresário conhece: vaga que fica meses aberta, cronograma que atrasa, obra que trava numa das fases mais críticas porque a parte elétrica precisa conversar com a hidráulica, com o acabamento e com as normas de segurança. Sem o eletricista certo, não há entrega.

É por isso que uma festa para mil eletricistas é mais do que confraternização. É um gesto de valorização de uma categoria que sustenta, literalmente, a energia de tudo o que construímos. E não estamos sozinhos nisso: marcas parceiras que caminham conosco Cota Diamante: Sil, Fortlev, Glight, Soprano, Inecel, Lorenzetti e Carl Importhech, estarão juntas nesse encontro, reconhecendo quem faz a energia chegar.

Cota Ouro: Lumanti

Cota prata: Corfio e Schneider Eletric

Cota Bronze: Fortplas, Fischer Eletrotudos e Sibratec.

Aprendi, ao longo dos anos, que empresa que cuida de quem executa constrói mercado no longo prazo. O eletricista que se sente respeitado entrega melhor, erra menos e volta a comprar onde foi bem tratado. Valorizar esse profissional não é gentileza é reconhecer o quanto eles são importantes para todo ecossistema. E é por isso que, no dia 16 de outubro, a energia de Blumenau vai estar concentrada num só lugar, Rivage Eventos, e o melhor de tudo, um eletricista irá levar um FIAT MOBI ZERO QUILÔMETRO para casa.

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Sobre o autor

Juliano Carl Colunista

13 matérias publicadas

CEO do Grupo Corrêa, um dos maiores conglomerados do setor elétrico e varejista do Sul do Brasil. Com uma trajetória inspiradora de superação, iniciou sua carreira aos 14 anos trabalhando no almoxarifado e hoje lidera um grupo empresarial que fatura mais de R$ 240 milhões por ano. Sob sua gestão, o Grupo Corrêa não apenas superou uma recuperação judicial em 2016, mas também alcançou a 14ª posição nacional em seu segmento, sendo a única empresa do setor elétrico no ranking. Sua liderança é marcada pela construção de uma cultura organizacional forte e inimitável. Reconhecido pelo Prêmio ANAMACO, considerado o Oscar da Construção Civil Brasileira por dois anos consecutivos, Juliano também é o idealizador do Projeto Inspiração Corrêa, uma iniciativa voltada ao apoio de jovens atletas e empreendedores, demonstrando que o verdadeiro sucesso empresarial está no cuidado com a sociedade.

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