Josh D’Amaro assume como CEO da Disney em meio a desafios no setor de entretenimento

LOS ANGELES, 18 Mar (Reuters) – Josh D’Amaro assumiu a função de presidente-executivo da Disney na reunião anual de acionistas, nesta quarta-feira.
A administração do negócio de parques temáticos da empresa, que representa 57% do lucro de US$17,5 bilhões do ano passado, contribuiu para a ascensão de D’Amaro ao cargo.
Desafios
Os investidores aguardam a estratégia de D’Amaro para a era da inteligência artificial e para gerenciar possíveis interrupções no negócio de turismo da empresa, causadas pelo conflito no Oriente Médio e pelo aumento dos preços do petróleo.
D’Amaro enfrenta um setor televisivo em declínio, o cansaço do público em relação a grandes marcas de entretenimento e um cenário fragmentado, no qual a Disney precisa competir com plataformas como YouTube e TikTok.
A diretoria da Disney uniu D’Amaro com Dana Walden, que foi promovida a presidente e diretora de conteúdo.
A Disney planeja gastar bilhões para construir novos brinquedos e expandir sua frota de navios de cruzeiro de nove para 13.
A empresa teve uma demanda mais fraca de visitantes recentemente.
Em novembro de 2022, Bob Iger retornou à liderança da empresa.
Sobre o autor
Mais matérias de EmpreendaNews - Redação
Discussão
0 comentários
Notícias Relacionadas

Radar Empreenda News: negócios e economia em 25/09/2026
Revolut avança na Argentina, John John estreia nas franquias e Meta apresenta dispositivo de IA. No Brasil, energia pressiona a inflação e a frota de elétricos e híbridos chega a um milhão.

Grupo Koch chega à 100ª loja e a Corrêa comemora junto
O Grupo Koch, uma das maiores redes do Brasil, inaugura sua 100ª loja em Itajaí. Para a Corrêa, parceira de grandes marcas, é motivo de orgulho ver um cliente alcançar esse marco.

Radar 24/09: CNPJ recorde, multas da ANP e negociações EUA-China
Empreendedorismo brasileiro atinge nova marca de formalização, fintechs movimentam milhões, inteligência artificial amplia presença nos negócios e encontro entre Estados Unidos e China coloca comércio e tecnologia no centro das atenções.