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Gestores de investimentos discutem estratégias para o ano eleitoral de 2026

Gestores de investimentos discutem estratégias para o ano eleitoral de 2026
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Em 2026, o período eleitoral impõe desafios aos investidores brasileiros na manutenção e construção de patrimônio. Gestores financeiros discutem estratégias para lidar com a volatilidade, que pode ser intensificada pelas eleições.

Ian Cao, sócio-fundador da Gama Investimentos, destacou que o desempenho de longo prazo está ligado à análise e à diversificação. Cao participou da segunda edição da Premiação Outliers InfoMoney, que reconheceu os destaques do mercado de fundos de investimentos em 16 categorias.

Bernardo Feijó, sócio da Kapitalo Investimentos, mencionou que o cenário global ainda oferece suporte aos ativos de risco. Feijó apontou que o ano eleitoral no Brasil exige uma postura mais equilibrada. A gestora reduziu algumas exposições, mantendo posições ligadas a juros em diversas geografias.

Equilíbrio e Diversificação

César Paiva, sócio-fundador da Real Investor, enfatizou a importância do equilíbrio. Ele indicou que a empresa combina empresas domésticas com exportadoras e ativos defensivos.

Crédito e Governança

Aroldo Medeiros, CEO da Artesanal Investimentos, ressaltou que a incerteza pode aumentar a volatilidade. A estratégia da gestora é baseada em análise aprofundada e relacionamento direto com originadores.

Bruno Funchal, CEO da Bradesco Asset, afirmou que a gestora busca oportunidades em renda variável e crédito estruturado, sem abrir mão da governança. Funchal também destacou a importância da diversificação internacional.

Visão de Longo Prazo

Marcio Verri, CEO e sócio-fundador da Kinea Investimentos, disse que a estratégia da empresa permanece inalterada, com foco em produtos de longo prazo e aposentadoria. Ele mencionou o prêmio elevado de juros como atrativo.

Guilherme Grahl, sócio da Valora Investimentos, defendeu uma postura racional. Para ele, o agronegócio brasileiro apresenta resiliência estrutural.

Ricardo Espíndola, head de crédito da Porto Asset, descreveu o desafio do ano eleitoral como uma “lição de humildade”. A resposta, segundo ele, está na diversificação ampla e no foco no longo prazo.

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