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Investimentos

CDBs de bancos médios e pequenos: o que avaliar antes de investir

CDBs de bancos médios e pequenos: o que avaliar antes de investir
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Investir em Certificados de Depósito Bancário (CDBs) de bancos médios e pequenos exige atenção a alguns pontos para evitar riscos.

As taxas mais altas oferecidas por esses títulos podem ser atrativas. No entanto, é preciso analisar alguns aspectos antes de investir.

Solidez da instituição

Avaliar a instituição emissora ajuda a entender a capacidade do banco de cumprir o que foi prometido até o vencimento do CDB.

Agências como S&P, Moody’s e Fitch atribuem ratings de crédito, que servem como referência para comparar emissores. O Banco Central disponibiliza demonstrações financeiras das instituições que supervisiona. Relatórios, comunicados e balanços publicados nos sites dos bancos também ajudam a acompanhar indicadores como inadimplência, liquidez, patrimônio e resultados.

Garantia do FGC

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) cobre até R$ 250 mil por CPF e instituição financeira em casos de intervenção ou falência do banco.

O limite por CPF vale para até quatro instituições, totalizando R$ 1 milhão. As regras do FGC passaram por ajustes com implementação prevista a partir de junho deste ano.

Uma das mudanças é o aperfeiçoamento do critério de cobertura por conglomerado financeiro, o que significa que aplicações em bancos pertencentes ao mesmo grupo econômico passam a ser consideradas de forma conjunta para fins de garantia.

Instituições que dependem mais intensamente de recursos cobertos pelo fundo passam a contribuir mais para o FGC.

Prazo

O prazo do CDB está ligado ao uso do dinheiro pelo investidor.

Aplicações de curto prazo estão ligadas a recursos que precisam de liquidez. Já com o dinheiro de médio e longo prazo, é possível aceitar vencimentos mais longos.

Rentabilidade e indexadores

CDBs pós-fixados acompanham a taxa básica, sendo mais indicados quando os juros estão altos ou em movimento. Os prefixados são indicados para travar uma taxa conhecida. Os híbridos podem compor a parte de longo prazo da carteira.

A forma de remuneração do CDB deve ser analisada conforme as expectativas e necessidades do investidor.

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